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12.6.19

só mais um dia normal

12 de junho. Dia comum no trabalho (graças aos céus!). Saio pra casa. Hoje a noite é só minha e do baby já que o marido vai trabalhar a noite. Chego no condomínio, deixo a moto. Chamo um uber. Previsão: 8 minutos. Decido ir caminhando buscar o pequeno na escola, afinal em 8 minutos já estarei lá.
Buscar na escola quase nunca é tarefa minha. É tão gostoso ver aquela carinha feliz quando se dá conta que cheguei. Ganho até beijo no rosto (na verdade é mordida, mas o que vale é a intenção).
Pra voltar, outra vez o uber. Bebê no colo, já no sereno, o motorista que supostamente aceitou a corrida nada de se aproximar. Cancelo de novo. Voltamos caminhando, são apenas 800m. Com 10kgs no colo. E a minha bolsa. E a dele.
Neném dorme no caminho. Todos os trâmites seguem com ele no colo. Abre porta, descongela feijão pra janta, grelha umas batatinhas. Organiza o leite pra dar depois do banho. Segue dormindo, sentamos uns minutinhos. Ufa.
Acordou (a contra gosto). Hora de oferecer o jantar. Sucesso. Que felicidade, já que há dias o tão conhecido bom apetite do moço deu lugar a um resfriadinho chato. Comemos.
Hora da limpeza. Lavar nariz? Yes, we can. A essa altura o humor já não estava dos melhores. Banho (o meu e o dele junto) sob protestos. Vestir sob muitos protestos. Já tentaram colocar fralda, pijama e meias num polvo querendo fugir e brigando? (É a descrição mais aproximada que encontro)
Vestidos, desejamos boa noite ao irmão canino e vamos pro quarto, como fazemos todas as noites. Tetê da mamãe, leite extra no copinho e pluft, capotou.
Saio do quarto. Faltam "só" as tarefas administrativas: Arrumar a baguncinha da janta. Juntar e lavar a roupa do dia. Organizar a mochila do pro dia seguinte. Aquecer água pras mamadas da noite. Alimentar o cachorro.
Acabou a bateria.
100-or!
Só escrevi pra deixar registrado que venci. E que amanhã tem mais! (mas dessa vez com a presença do papai/ marido pra dividir as aventuras)


*baseado em vidas reais.

23.2.12

foi








aqui jaz um blog. 












[sem mais para o momento fúnebre, despeço-me. pelo menos momentaneamente]

26.9.11

e são tantas metades


Que essa minha vontade de ir embora 
Se transforme na calma e na paz que eu mereço
Que essa tensão que me corrói por dentro 
Seja um dia recompensada
Porque metade de mim é o que eu penso mas a outra metade é um vulcão.

[Oswaldo Montenegro]

[*alice se abstém quando mais palavras se tornam desnecessárias]

20.8.11

mas é doce quando é doce


a ana é azeda
mas é doce quando é doce
a  ana é azeda
mas muito doce quando é doce



[*qualquer semelhança não é mera coincidência]

5.8.11

caio


Endureci um pouco,
desacreditei muito nas coisas,
sobretudo das pessoas
e suas boas intenções.
Dar um rolé em cima disso não
vai ser nada fácil.
E as marcas ficarão - tatuagens.


Caio F.

29.7.11

estive pensando

faltam exatos 3 meses para completar 1/4 de século.



ainda não defini se a sensação é essa:

ou essa:

23.7.11

da série: 'bem assim'


querido Deus, até agora o meu dia foi bom:
  • não fiz fofoca;
  • não perdi a paciência;
  • não fui gananciosa, sarcástica, rabugenta, chata e nem irônica;
  • controlei minha TPM;
  • não reclamei;
  • não praguejei;
  • não gritei;
  • não tive ataques de ciúmes;
  • não comi chocolate;
  • também não fiz débitos em meu cartão de crédito, nem dei cheques pré-datados; 

mas peço a sua proteção, Senhor,  pois estou para levantar da cama a qualquer momento. amém.

19.7.11

das voltas que o mundo dá

ele te deixa acreditar que tens as rédeas da relação. se deixa enrolar. até te obedece um pouquinho. o suficiente pra relaxar e pensar que tu tem a situação na palma da mão. então, ele sorrateiramente põe as manguinhas de fora como se dissesse: "ei, quem manda aqui sou eu meu bem". e daí não tem jeito filhinha. ele realmente te dominou. é um tirano esse destino.

[*alice passa por aqui quando se dá conta de que nada saiu como o esperado aliás, onde é que anda esse esperado sem vergonha?!, porém, consegue perceber, como já diza Pessoa, que 'tudo que chega, chega sempre por alguma (e esperamos que boa) razão'.]

17.7.11

socorro

'socorro, alguém me dê um coração
que esse já não bate, nem apanha
por favor, uma emoção pequena
qualquer coisa
qualquer coisa que se sinta
em tantos sentimentos
deve ter algum que sirva'


[a dona deste campinho segue sem muito a dizer, principalmente quando cássia eller faz isso de foma brilhante.]

10.7.11

tempo, tempo, mano velho

faz tempo que eu não escrevo aqui.






(e vai continuar assim por tempo indeterminado) #faltadeinspiraçãofeelings

beijos!

18.4.11

o que dizem os astros

"o silêncio foi sempre seu aliado, mas acontece que, de vez em quando, como agora, se abrem tempos de exceção, nos quais não adianta continuar como você foi sempre. em tempos assim, é propício cometer loucuras." [ZH, 18.4.11]

significa?

25.2.11

dando explicações

demorei mais tempo pra nascer do que o esperado.
perdi algum tempo naquela fase. agora tento recuperar o tempo perdido.

talvez isso explique o fato de que, definitivamente, não nasci pra esperar.

[*alice aguarda sofridamente por boas notícias]

20.10.10

do abandono

 acredito que as imagens justifiquem a ausência.



* a formanda promete que volta aqui com mais tempo depois do 'concedo-lhe o grau de bacharel em turismo'. beijosmesigam @alicescosta

23.9.10

das coerências

hj na tv a moça do tempo diz: 'os meteorologistas entendem a primavera como a estação das tempestades'


de fato, é minha estação.

* a garota dona do campinho por aqui saúda a chegada da primavera (mesmo com essa carinha de outono com a qual ela chegou) e, depois da explicação meteorológica palavra difícil do cacete! valeu aí colegas universitários pela consultoria linguistica, compreende que não poderia ter nascido em estação mais coerente.

19.9.10

isso pode explicar muita coisa



* a mocinha que costumava passar por aqui deveria estar está submersa em livros e teses e dissertações para um dia chegar a conclusão de seu tcc e ao tão esperado grau de bacharel em turismo. procrastina aqui quando o cérebro para de processar os dados.

20.8.10

a ciência e suas grandes descobertas

"Estudo americano mostra que contato direto pode transmitir felicidade.
Quão contagiosa pode ser a felicidade? Muito, dizem pesquisadores americanos. Um estudo recente realizado pela Harvard Medical School e pela Universidade da Califórnia descobriu que a felicidade é como um vírus, transmitido por redes sociais, como família, amigos próximos e vizinhos.
[...]Constatou-se que a felicidade de uma pessoa começa em uma reação em cadeia que envolve amigos, amigos dos seus amigos, e amigos de seus amigos amigos. Portanto, a felicidade pode ser afetada ser consequência da felicidade de pessoas que não se conhecem. Os efeitos, segundo os pesquisadores, aparentemente, pode durar até um ano, mas pode se deteriorar ao longo do tempo e com a separação geográfica.
Os pesquisadores acreditam que o contato face-a-face é um dos fatores mais importantes para que a felicidade se espalhe.
Proximidade de amigos afeta felicidade: Quanto mais próximo um amigo é, mais provável que este possa transmitir alegria, afirma a pesquisa. De acordo com dados do estudo, um amigo feliz vivendo a meia milha de distância tem 42% de chances de influenciar na felicidade do outro. O mesmo amigo, vivendo a duas milhas de distância só tem 22% de chance de afetar o humor do outro."
grande novidade, né pessoal?! [modo ironia ON]. Vinícius de Moraes já dizia: "eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos."

16.8.10

#comolidar?

você vai pra casa da mamãe no fim de semana pensando em não comer tanta bobagem quanto se estivesse em casa sozinha e, chegando lá, sua mãe faz o maior bolo de banana já visto na face da terra, e seu pai faz  um doce de leite de sentar e chorar no cantinho, de tão bom.

#gordinhatensafeelings